Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Paterlini, Willian César [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/105659
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Resumo: |
Este trabalho teve como objetivos específicos a caracterização física e química do material particulado (MP) da região central do estado de São Paulo, visando avaliar a contribuição das diferentes fontes nas diferentes faixas de tamanhos analisadas e além disso, verificar qualquer variabilidade sazonal que pudesse ser causada pela queima da cana-de-açúcar, já que a economia regional é basicamente caracterizada por agroindústrias com uma tendência de crescimento industrial a médio e longo prazo. Essa caracterização do MP torna-se de suma importância uma vez que o aumento do mesmo está relacionado intensamente com o aumento do número de doenças pulmonares e cardiovasculares. A concentração média anual foi de 18,4; 50,1 e 53,0mg m-3 para MP2,5, MP10 e partículas totais em suspensão (PTS), respectivamente, com respectivas concentrações máximas em 24 horas de 52,8; 146,6 e 145,0mg m-3. As concentrações médias anuais de MP2,5 e MP10 excedem em 84,0 e 150,5% respectivamente os valores estipulados como padrões pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a média padrão de 24 horas estipulada pela OMS que pode ser ultrapassada apenas três vezes ao ano, é ultrapassada 42 vezes para MP2,5 e 95 vezes para MP10, o que significa um sinal de alerta para a situação atmosférica da região estudada. Para verificar a influência da queima da cana-de-açúcar na atmosfera regional comparou-se a contribuição no material particulado nos períodos da safra (junho a outubro) e entressafra (dezembro a abril) e constatou-se que a média de MP2,5, MP10 e PTS foi cerca de 131, 75 e 162% respectivamente maior na época da safra. Observou-se também uma elevação na concentração do íon K+ de cerca de 592%, 620% e 627% nas faixas de tamanho MP2,5, MP>2,5 e MP10, respectivamente... |