Os recrutamentos militares e as relações sociedade-Estado na Capitania/Província de São Paulo (1765-1828)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Silva, Karina da [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/93301
Resumo: Os recrutamentos militares foram uma realidade na Capitania de São Paulo, desde o século XVIII. Os conflitos na Bacia do Prata, na busca de delimitar as fronteiras da América portuguesa e espanhola, exigiram a organização de uma estrutura militar no Brasil. Para sediar essa estrutura foi escolhida a referida Capitania. A união de interesses, de segmentos da elite paulista e da Coroa portuguesa, possibilitou a consolidação da militarização da Capitania ao longo da segunda metade do século XVIII. Todavia, a dinamização da economia e da sociedade paulista, a partir das últimas décadas do século XVIII e início do XIX, entrou em conflito com a militarização ali desenvolvida. O presente trabalho buscou analisar as diferenças entre os recrutamentos realizados em São Paulo nesses dois momentos, focando as relações entre a sociedade e o Estado na organização e manutenção da estrutura militar.