Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2007 |
| Autor(a) principal: |
Silva, Karina da [UNESP] |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/93301
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Resumo: |
Os recrutamentos militares foram uma realidade na Capitania de São Paulo, desde o século XVIII. Os conflitos na Bacia do Prata, na busca de delimitar as fronteiras da América portuguesa e espanhola, exigiram a organização de uma estrutura militar no Brasil. Para sediar essa estrutura foi escolhida a referida Capitania. A união de interesses, de segmentos da elite paulista e da Coroa portuguesa, possibilitou a consolidação da militarização da Capitania ao longo da segunda metade do século XVIII. Todavia, a dinamização da economia e da sociedade paulista, a partir das últimas décadas do século XVIII e início do XIX, entrou em conflito com a militarização ali desenvolvida. O presente trabalho buscou analisar as diferenças entre os recrutamentos realizados em São Paulo nesses dois momentos, focando as relações entre a sociedade e o Estado na organização e manutenção da estrutura militar. |