Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Anselmo, Joyce Heloisa [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/98992
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Resumo: |
Em um contexto marcado pela dominação cultural das finanças, assiste-se, no cenário brasileiro, a um aumento na ênfase dada à educação financeira; fato que ocorre concomitantemente ao maior acesso ao crédito, ao maior poder aquisitivo da população e, consequentemente, ao número cada vez maior de endividados. Diante dessa conjuntura, marcada, sobretudo, pela estabilidade econômica, tanto o setor público quanto o privado, empenham-se na divulgação da cultura do poupar. As instituições visam, no entanto, a criação de uma mudança cultural nos indivíduos, que sairiam da condição de deficitários para a de superavitários, para utilizar o jargão economicista. Esta pesquisa, portanto, tem como intuito compreender o avanço das finanças no Brasil por meio da educação financeira. Foi escolhido como objeto de análise o projeto de popularização da BM&FBovespa, Mulheres em Ação, que tem como objetivo não apenas educar financeiramente mas, também, atrair as mulheres ao mercado financeiro, antes associado à visão do masculino. Por ser considerado um fenômeno econômico ressalta-se aqui a necessidade de um estudo sobre o tema que tenha como foco seus aspectos culturais, simbólicos, sociais e políticos, abordagem esta guiada pelos pressupostos da Sociologia Econômica. Portanto, o foco desta pesquisa perpassa na necessidade de compreendermos os mecanismos utilizados para a criação de um espaço social para o público feminino e a maneira como a suposta “revolução simbólica” em curso está pautada em pressupostos conservadores |