Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Rotondo, Margareth A. Sacramento [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/102159
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Resumo: |
O foco central deste trabalho é fazer um exercício de pensamento acerca de como são potencializados os processos de produção de subjetividade em uma escola que passa por alterações em seu projeto político-pedagógico. Para tanto, aproxima-se do pensamento da Filosofia da Diferença junto a Foucault e Deleuze. A produção de conhecimento que aqui se faz não está pautada na representação e, sim, numa política cognitiva inventiva que exige uma problematização tanto das macro como das micropolíticas do cotidiano da escola de pesquisa. A metodologia adotada, a cartografia, encontra-se em consonância com a Filosofia da Diferença e a política cognitiva assumida. O método da cartografia visa a acompanhar os processos indo pelo meio das coisas, onde elas crescem, no caso desta pesquisa, na intensidade da vida- escola. A política de narratividade assumida inspira-se em Deleuze e Guattari, quando trazem em O que é filosofia?, o abrigo, segundo Lawrence. A escrita, então, é uma caminhada no abrigo da vida-escola, que ora se mostra mais duro, ora mais poroso, na inesgotável relação de forças que são no homem com as forças de fora |