Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Ferreira, Larissa Ribeiro [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/137962
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Resumo: |
Objetivo: Verificar a prevalência de bexiga hiperativa (BH), assim como seu impacto na função sexual. Analisar a concordância entre os questionários OAB-V8 e ICIQ-OAB neste diagnóstico. Analisar a facilidade de resposta e entendimento dos questionários por parte das respondentes considerando as diferentes classes sociais e culturais. Métodos: Participaram do estudo 386 mulheres de três locais diferentes (129/129/128). As mesmas foram questionadas sobre dados sócio demográficos, clínicos e uroginecológicos, em seguida foram entregues simultaneamente os questionários OAB-V8, ICIQ-OAB e QS-F e respondidos sem auxilio, o tempo de cada questionário foi cronometrado. Em seguida foram perguntadas sobre o entendimento dos questionários. Resultados: A média de idade foi de 37,3 (14,4), Comorbidades associadas estavam presentes em 25%. Quanto a escolaridade 23,1% cursaram o 1° grau, 65,8% o 2° grau, e 11,1 % o grau superior. No OAB-V8, 51,8% tiveram um escore ≥8. Houve correlação positiva entre os questionários OAB-V8 e ICIQ-OAB nas partes “a” (r = 0,812)(p < 0,001) e “b” (r = 759) (p < 0,001). Houve correlação linear positiva entre a idade e tempo de resposta dos questionários OAB-V8, ICIQ-OAB, QS-F. A facilidade foi significativamente menor no questionário ICIQ-OAB em relação ao demais em todos os graus de escolaridade (p< 0,05). Houve necessidade significativamente maior de ajuda nos 1° e 2° graus em relação ao grau superior (p< 0,05). Houve um tempo médio de resposta significativamente menor no grau superior em comparação aos 1° e 2° graus (p< 0,001) e um tempo significativamente menor no 2° grau em relação ao 1° grau (p< 0,001). Conclusão: A prevalência de BH foi de 51,8% na população estudada, houve coerência nas respostas nos questionários OAB-V8 e ICIQ-OAB. O grau de escolaridade e a idade interferiram no desempenho de resposta dos questionários utilizados. |