Influência da fotobiomodulação sobre o tecido pulpar de ratos normoglicêmicos e diabéticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Silva, Isabela Joane Prado [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Guidelines for Publishing Papers in the Journal of Photochemistry and Photobiologi B: Biology
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/11449/255454
http://lattes.cnpq.br/8687027002796808
https://orcid.org/0000-0002-0103-8946
Resumo: A fotobiomodulação tem sido empregada em diferentes tecidos, devido à sua eficácia analgésica, anti-inflamatória, bioestimulante e regenerativa. Este estudo avaliou o comportamento do tecido pulpar de ratos normoglicêmicos (N) e diabéticos (D), após a fotobiomodulação. Foram utilizados 70 ratos Wistar distribuídos em 2 grupos, normoglicêmicos (N) e diabéticos (D), após a FBM, as peças foram avaliadas por meio da análise da interleucina (IL)-6 e 10, dos fatores de crescimento transformante (TGF)-β e de fibroblastos (FGF)-2, da presença de metaloproteinases de matriz (MMP-2 e MMP-9) e inibidores de metaloproteinases (TIMP-1 e TIMP-2). A DM foi induzida por estreptozotocina. Após confirmação da DM, todos os animais receberam aplicação do laser infravermelho (LIV) (808 nm por 30 s, 3J) nos molares superiores do lado direito, formando os subgrupos: N, D, N-LIV (N tratados com LIV) e D-LIV (D tratados com LIV). Após 0 horas, 2, 7, 15 e 30 dias (n=7), os animais foram eutanasiados e as maxilas processadas análise histológica e análise imunohistoquímica via densidade óptica de imunomarcação (DoI). Testes estatísticos foram aplicados (p<0,05). Nenhum grupo apresentou inflamação pulpar, assim como alterações na DoI para IL-6 em nenhum dos períodos (p>0,05). Os grupos N-LIV e D-LIV apresentaram maior DoI para IL-10 e TGF-β, comparado aos grupos N e D em todos os períodos. Para FGF-2, o grupo N-LIV apresentou maior DoI que o grupo N em todos os períodos (p<0,05). Já o grupo D-LIV apresentou maior DoI que o grupo D nos 3 períodos iniciais (p<0,05), não foram observadas diferenças entre os grupos para os marcadores MMP-2, MMP-9, TIMP-1 e TIMP-2 (p>0,05). Conclui-se que a FBM exerce ação de proteção, prevenindo a ocorrência de inflamação e estimulando a produção de IL-10, TGF-β e FGF-2 no tecido pulpar de ratos, independente da hiperglicemia.