Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Miranda, Rodolfo Augusto Travagin [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
eng |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/150593
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Resumo: |
Introdução: Pesquisas no âmbito de saúde recomendam a prática regular de exercício físico para o tratamento e prevenção de doenças crônico-degenerativas, com destaque para Síndrome Metabólica (Smet), um conjunto de fatores de risco para doenças cardiovasculares e diabetes mellitus tipo II. Objetivos: Investigar, por meio de ensaio clínico, os efeitos de 16 semanas de uma nova abordagem de treinamento aeróbio intervalado (TAI) sobre biomarcadores sanguíneos e qualidade de vida em sujeitos com Smet; bem como, por meio de revisão sistemática e meta-análise, comparar os efeitos do treinamento aeróbio versus treinamento resistido sobre concentrações séricas de proteína C reativa (PCR), fator de necrose tumoral alfa e interleucina-6 em população cardiometabólica. Métodos: Com relação ao ensaio clínico, 36 participantes diagnosticados com Smet foram alocados em grupo TAI (n=19) e grupo controle (n=17). O treinamento foi realizado três vezes por semana, durante 16 semanas, em três diferentes intensidades de trabalho: 5 semanas de intensidade leve, 4 semanas de intensidade moderada, e 4 semanas de alta intensidade. Qualidade de vida e um conjunto de biomarcadores sanguíneos foram avaliados pré e pós intervenção. Com relação à revisão sistemática, estudos foram selecionados após busca eletrônica em três bases de dados (PubMed/MEDLINE, EMBASE e Cochrane Central Register of Controlled Trials – CENTRAL) desde a data mais antiga de publicação até o dia 7 de julho de 2016. Apenas ensaios clínicos randomizados que comparasse treinamento aeróbio versus treinamento resistido sobre concentrações séricas de PCR foram incluídos. Além disso, era necessário que os estudos utilizassem uma população cardiometabólica, isto é, pacientes com sobrepeso, obesidade, diabetes tipo 2 ou síndrome metabólica. Resultados e conclusões: A nova abordagem do TAI mostrou-se eficaz em reduzir níveis de inflamação crônica de baixo grau (PCR), bem como em aumentar a qualidade de vida, apenas sobre os aspectos físicos, de seus praticantes sem promover sobrecarga à nivel molecular. Ainda, ao compararmos os efeitos do treinamento aeróbio versus treinamento resistido, por meio de meta-análise, o treinamento aeróbio demonstrou superioridade em melhorar o perfil inflamatório (fator de necrose tumoral alfa); no entanto, respostas similares foram observadas sobre os desfechos PCR e interleucina-6. |