Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Berro, Jean Paulo Indrigo [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/154473
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Resumo: |
Várias vezes ouvimos falar que o português do Brasil é uma língua homogênea. Mas, um território de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, com aproximadamente 200 milhões de pessoas, com grandes índices de analfabetismo e com uma pluralidade cultural - não poderia de modo algum apresentar uma língua homogênea. O presente estudo verifica como determinados falantes pronunciam os ditongos nasais -ões, -ães e –ãos, analisando os segmentos [ɐ̃], [õ], [ɪ̃] e [ʊ̃], que compõem estes ditongos nasais. O foco da pesquisa é através de uma investigação acústica. Verificadas as qualidades acústicas investigadas, a pesquisa faz uma análise comparativa entre as qualidades acústicas e articulatórias. A pesquisa utiliza o programa de análise acústica Praat. Com o auxílio do Praat e seguindo a Teoria Acústica de Produção de Fala de Fant (1960), foram feitas as segmentações apropriadas dos enunciados registrados e, para os segmentos relevantes, foi investigada a estrutura acústica dos formantes com as facilidades fornecidas pelo Praat. O objetivo da pesquisa está voltado para a forma como os falantes pronunciam os ditongos nasais. No estudo, foi levada em consideração a percepção do fator, já que surgiram variações inesperadas. Fonologicamente, a forma de plural dos ditongos nasais em estudo pode ser interpretada como /-awNS/. |