Osteologia craniana de Rhynchotus rufescens: análise morfológica e craniométrica.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Scaduto, Raquel Naomi Tanaka
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Ave
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/215688
Resumo: A Rhynchotus rufescens é uma ave pequena e robusta, com uma musculatura bem desenvolvida, apresenta fácil adaptação e manutenção em cativeiro, sua criação vem se popularizando, considerando o destaque na produção alimentícia. Estudos sobre a osteologia craniana dos Tinamídeos ainda são escassos, o presente estudo almeja contribuir no conhecimento da osteologia craniana, descrevendo a morfologia e morfometria craniana utilizando-se paquímetro digital e tomografia computadorizada, visando estabeler dados específicos desta espécie e comparar ao descrito em outras aves e especimes da familia dos Tinamídeos. Utilizou-se 30 espécimes, adultos, ambos os sexos, as quais foram submetidas à mensuração da cabeça, exame de imagem, dissecação para mensurações de acidentes ósseos e descrição morfológica das estruturas cranianas. Os principais caracteres que diferenciam a Rhynchotus rufescens dos outros membros da família são: ausência de ossículos supra-orbitais, forame do ducto nasolacrimal no local da incisura do ducto nasolacrimal, ausência da fissura etmoidal, presença de um processo na lâmina do paraesfenóide, a presença de uma região globular dos exoccipitais, presença do processo caudal do palatino, processo orbital do quadrado desenvolvido, não apresentam os sulcos laterais na porção sínfise da mandíbula, se observa um resquício da fenestra caudal da mandíbula. Destaca-se a verificação de possíveis alterações dentro da mesma espécie, como encontrado no fontículo interorbital e processo pós-orbital.