Caracterização molecular de populações do inseto praga psilídeo de concha (Glycaspis brimblecombei) por meio de marcadores do tipo ITS 1 (Internal Tanscribed Spacer 1)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Costa, Suzana Regina Silveira [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/92450
Resumo: O gênero Eucalyptus é originário da Austrália e está estabelecido no Brasil há mais de um século. Atualmente, o Brasil tem a segunda maior área plantada, formando monoculturas, que favorecem o estabelecimento de insetos praga. No ano de 2003 foi verificada pela primeira vez no país a ocorrência de Glycaspis brimblecombei, espécie descrita por Moore (Hemiptera, Psyllidae). Tal espécie também é conhecida por psilídeo de concha, em plantios de Eucalyptus sp. no estado de São Paulo. Devido sua alta capacidade adaptativa, atualmente se encontra amplamente distribuído por todo território nacional. Os danos causados por sua infestação são inúmeros, resultando em perdas consideráveis para o setor florestal e consequentemente para a economia brasileira. As populações do psilídeo de concha apresentam baixa variação morfológica, dificultando sua identificação; assim, análises moleculares, tais quais o uso de marcadores, podem auxiliar a responder essas questões. Um marcador amplamente utilizado, por sua alta variabilidade, é o espaçador interno transcrito do DNA ribossomal (ITS). Deste modo, o marcador ITS foi utilizado neste trabalho para averiguar a dinâmica populacional do psilídeo de concha de quatro regiões do estado de São Paulo. A sequência do ITS1 apresentou um intervalo de 291 pb em 88,73% das amostras. Os sítios polimórficos foram identificados no intervalo de 80 a 200 pb, sendo que na população de Pedra Bela foi observada a maior distribuição destes. Além disso, observou-se a ocorrência de seis haplótipos distribuídos nas quatro populações. O haplótipo 1 esteve presente em todas as populações, enquanto que o haplótipo 6 foi somente identificado na população de Criação de Laboratório. A diversidade nucleotídica (Pi) das populações foi de 0,00445, sendo que a de Criação de Laboratório...