Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2006 |
Autor(a) principal: |
Silva, Edmar Ferreira da [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/93589
|
Resumo: |
A união dente-implante ainda gera divergências de opiniões. A proposta deste estudo foi avaliar pelo método da fotoelasticidade a distribuição do stress entre implantes e dentes, nas próteses parciais fixas, comparando conectores rígidos e semi-rígidos e implantes de hexágono interno e externo. Para isto, foram confeccionados dois modelos com resina fotoelástica PL-2, um com implante de hexágono interno (3i - Palm Beach Gardens, Fla. - 4,00 x 13 mm) e outro com implante de hexágono externo (3i - Palm Beach Gardens, Fla. - 4,00 x 13 mm). Três desenhos de próteses foram fabricados para cada modelo de implante, incorporando cada uma um tipo de conexão para unir implantes e dentes: 1) conexão rígida soldada; 2) conexão semi-rígida; 3) conexão rígida com parafuso oclusal. Os modelos foram colocados no polariscópio e cargas axiais de 100N foram aplicadas em pontos fixos na superfície oclusal das próteses. Os resultados mostraram tendência a uma menor intensidade nas tensões nas conexões semi-rígida e rígida soldada no modelo com implante de hexágono externo e maior intensidade nas tensões na conexão semi-rígida do hexágono interno. Dentro das limitações deste estudo, as seguintes conclusões foram obtidas: houve uma tendência a menor intensidade nas tensões na conexão semi-rígida e na conexão rígida soldada, no modelo com implante de hexágono externo; entre os três tipos de conexões no modelo com implante de hexágono interno, a conexão semi-rígida foi a mais desfavorável; na associação dente-implante é preferível a utilização do implante de hexágono externo. |