Potencial de isolados do gênero burkholderia sp. Para o controle da diatraea saccharalis (fabricius, 1794), spodoptera frugiperda (je smith, 1797) e de fungos fitopatogênicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Feitosa, Aparecida Gomes
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/238006
Resumo: O presente trabalho teve como finalidade a prospecção por outras fontes de controle que possam minimizar o ataque de pragas e fitopatógenos causadores de doenças nas plantas. Sendo assim, obtidos um total de 26 isolados bacterianos a partir de amostras, vegetal, solo de área de rio e solo de área de floresta. Avaliados quanto a sua atividade inseticida frente as lagartas neonatas de Diatraea saccharalis e Spodoptera frugiperda. Os 26 isolados também foram testados quanto a atividade fungicida aos fitopatógenos Didymella sp. Colletotrichum sp. e Fusarium sp. Após os testes foram selecionados dois isolados, sendo o primeiro, “isolado 06”, que após sequenciamento parcial do gene 16S rRNA foi possível identifica-lo como sendo do gênero Burkholderia, se aproximando da espécie Burkholderia thailandensis, este apresentou atividade inseticida, foi notado que as lagartas tratadas com esse isolado apresentaram redução no seu peso e/ou crescimento quando comparadas as do controle, mas esta atividade não foi vista nas lagartas que foram tratadas com sobrenadante aquecido do isolado. O isolado que apresentou atividade aos fungos fitopatogênicos, “isolado 26”, que após sequenciamento parcial do gene 16S rRNA foi possível identifica-lo como sendo também do gênero Burkholderia, apresentou halo de inibição ao crescimento dos fungos Didymella sp. Colletotrichum sp. e Fusarium sp., mas não foi observada esta atividade nas placas que estavam com alíquotas do sobrenadante aquecido do isolado. Portanto, notado que em ambos experimentos, na avaliação térmica, a atividade bioinseticida e biofungicida não se mantiveram o que sugerimos preliminarmente tratar-se de um composto sensível ao calor podendo ser uma proteína produzida pelos isolados.