Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Pacheco Filho, José Roberto [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/97616
|
Resumo: |
O Brasil é o país da América do Sul com maior número de casos da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (Aids), possuindo mais de 500 mil casos confirmados. Prejuízos cognitivos, decorrentes da infecção do sistema nervoso central pelo HIV (vírus de imunodeficiência humana), provocam diversos graus de retardo motor, bem como alterações cognitivas e comportamentais, concomitantes às doenças oportunistas. Entretanto, a literatura é pouco específica em relação às alterações mais associadas aos aspectos psicológicos e funcionais, os quais podem interferir na qualidade de vida da pessoa infectada. OBJETIVO: Identificar quais são as alterações cognitivas e comportamentais mais freqüentes em pessoas infectadas pelo HIV, no estágio sintomático. MÉTODO: Para tal, 46 pessoas soronegativas (grupo controle) e 46 pessoas soropositivas divididas em dois grupos (23 com contagem de T CD4+ maior que 350 até 499 mm³ de sangue, constituindo o grupo leve, e 23 com contagem de T CD4+ entre 200 e 350 mm³ de sangue, constituindo o grupo moderado) foram avaliadas por meio de uma bateria de testes psicológicos e instrumentos de avaliação emocional. RESULTADOS: Foram observadas alterações na memória, linguagem, atenção e habilidades vísuo-espaciais em ambos os grupos, bem como elementos relacionados à depressão, ansiedade e desesperança. Prejuízos nas habilidades motoras e funções executivas foram características do grupo com sintomas moderados. CONCLUSÃO: Ambos os grupos – leve e moderado - apresentaram alterações, tanto nos testes psicológicos, quanto nos instrumentos de rastreio emocional, porém com perfis diferenciados, conduzidos de acordo com a contagem de células T CD4+ . |