Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Pansani, Mariele Castilho [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/92158
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Resumo: |
Há evidências que pacientes com insuficiência cardíaca são deficientes em muitos micronutrientes, que representam importante papel na manutenção da homeostase do cálcio, no controle do estresse oxidativo e do metabolismo energético-protéico. Estes pacientes podem apresentar necessidades nutricionais que são diferentes daquelas de indivíduos com estado fisiológico normal. A taurina é um destes nutrientes e corresponde a 50% do total de aminoácidos livres do coração. Estudos in vivo mostraram que a deficiência de taurina está associada à cardiomiopatia, à degeneração da retina e ao retardo do crescimento. Foi realizado estudo experimental para analisar a estrutura e a função cardíaca de ratos Wistar com deficiência de taurina induzida por ß-alanina. Foram estudados 34 ratos machos, Wistar, pesando 100g, casualizados em 2 grupos: grupo controle (C), grupo deficiente em taurina (T (-)). O grupo T (-) recebeu 3% de beta-alanina na água para provocar a deficiência de taurina. Após 1 mês de tratamento os animais foram submetidos à avaliação ecocardiográfica, avaliação funcional pelo coração isolado, avaliação morfométrica, avaliação histopatológica, avaliação da atividade das metalloproteinasess e determinação da concentração de taurina no plasma e no tecido cardíaco. A deficiência de taurina por tratamento com solução de ß-alanina resultou em atrofia cardíaca verificada por afinamento da espessura da parede ventricular, menor peso seco do ventrículo esquerdo e por menores valores de área seccional dos miócitos. Outro achado em nosso estudo foi que o grupo deficiente em taurina apresentou remodelação excêntrica verificada por maior cavidade ventricular (diâmetro sistólico do ventrículo esquerdo), menor espessura da parede posterior do ventrículo esquerdo e menor valor da geometria ventricula... |