Betaína na alimentação de frangos de corte diferentes condições de estresse

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Eich, Mayara Rodrigues de Santana [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/151500
Resumo: O objetivo da pesquisa foi avaliar o efeito de inclusões de betaína em substituição parcial à metionina no desempenho, parâmetros bioquímicos sanguíneos, fisiológicos, imunológicos, temperatura superficial e comportamento de frangos de corte submetidos a estresse por densidade de alojamento e estresse térmico cíclico. No primeiro experimento foram utilizados 1.736 pintainhos de corte machos distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x2, sendo quatro dietas e duas densidades de alojamento (13 e 18 aves/m²) com sete repetições. No segundo experimento foram utilizados 224 pintainhos de corte machos distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 4x2, sendo quatro dietas e dois ambientes (termoneutro e estresse cíclico por calor), com sete repetições.As dietas consistiram em: dieta controle positivo (CP, com teores de metionina digestível de 0,511, 0,459, 0,431 e 0404% para as fases pré-inicial, inicial, crescimento e final, respectivamente) e três dietas controle negativo (CN) com teores de metionina digestível 20% menores e suplementadas com os seguintes níveis de betaína HCl 95%: 0,101, 0,090, 0,085 e 0,080%(CN1); 0,300, 0,200, 0,150 e 0,150%(CN2); 0,450, 0,300, 0,225 e 0,225%(CN3), nas fases pré-inicial, inicial, crescimento e final, respectivamente. No primeiro experimento observou-se que a suplementação de betaína melhorou o rendimento de peito, e em alta densidade de alojamento reduziu níveis de colesterol, ácido úrico e glicose em frangos de corte. No segundo experimento observou-se que a suplementação com betaína melhorou a conversão alimentar das aves e reduziu os níveis sanguíneos de colesterol, proteínas totais e relação heterofilo:linfócito. O uso de betaína HCl 95% em substituição parcial a 20% da exigência de metionina digestível melhora o desempenho, rendimento de peito e parâmetros sanguíneos de frangos de corte, mesmo em situações adversas de estresse.