Caracterização dos portadores de hipertensão e diabetes atendidos nas Unidades Básicas de Saúde da cidade de Agudos e avaliação da associação entre nível de atividade física e fatores de risco cardiovascular, qualidade de vida e comorbidades

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Nunes, Grace Fernanda Severino [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/92152
Resumo: As doenças cardiovasculares são atualmente responsáveis por 32% do total de óbitos no Brasil e a hipertensão arterial sistêmica (HAS) é considerada um dos principais fatores de risco. A HAS raramente ocorre de forma isolada e geralmente está associada a outros fatores de risco como a diabetes mellitus, obesidade e o sedentarismo, que são potencialmente modificáveis com a atividade física. A associação dos fatores de risco, sedentarismo e baixo nível de atividade física atuam negativamente na qualidade de vida dos pacientes. Avaliar a associação entre o nível de atividade física e fatores de risco cardiovascular, qualidade de vida e comorbidades dos pacientes do Programa Hiperdia em Agudos. Foram avaliados 200 pacientes hipertensos e diabéticos. Os participantes responderam o Questionário Internacional de Atividade Física, que avalia o nível de atividade física e o SF-36, que avalia a qualidade de vida. Os pacientes foram divididos em quatro grupos conforme a classificação do nível de atividade física (G0: sedentários/GI: irregularmente ativos B/GII: irregularmente ativos A/GIII: ativos). Os grupos foram semelhantes quanto à raça, aspectos sociais, exames físicos, antecedentes de hipertensão, dor, tabagismo e etilismo. Apresentaram diferença estatisticamente significante quanto à idade, sexo, profissão, passado de acidente vascular encefálico, internação por insuficiência cardíaca, diabetes mellitus, adesão aos medicamentos e HDL. Em relação às dimensões da qualidade de vida, os grupos se diferenciaram quanto à capacidade funcional, limitações físicas e estado geral de saúde. Houve associação positiva entre o nível de atividade física e qualidade de vida, mesmo ajustando-se para as variáveis de confusão. O maior nível de atividade física associou-se positivamente a melhor qualidade de vida...