Viabilidade de embriões ovinos vitrificados ou congelados submetidos às técnicas direta e indireta de inovulação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Green, Renata Elisa [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/98260
Resumo: O objetivo do presente trabalho foi testar a viabilidade de embriões ovinos produzidos in vivo criopreservados pelo método de vitrificação em OPS (Open Pulled Straw) ou congelação tradicional, comparando dois métodos (direto e indireto) de transferência dos embriões pós-aquecimento. Ao mesmo tempo, foi avaliado o efeito da criopreservação em diferentes estadios de desenvolvimento embrionário. Um grupo de 137 embriões com qualidades boa ou excelente foram obtidos de ovelhas Ile de France superovuladas. Mórulas e blastocistos foram distribuídos em três grupos: embriões frescos (n=50), embriões congelados (n=44) e embriões vitrificados (n=43). Os embriões destinados ao congelamento foram primeiramente equilibrados em solução de etilenoglicol em três passos (0,5M, 1,0M e 1,5M) por 5 minutos em cada passo, e criopreservados em equipamento automático de congelação. Os embriões vitrificados foram equilibrados em solução de 10% EG e 10% DMSO poe 1 minuto e 45 segundos e depois transferidos a solução de vitrificação com 20% EG e 20% DMSO por 30 segundos. Os embriões foram inovulados em receptoras sincrônicas, sendo utilizado dois métodos de transferência para os embriões criopreservados: direto e indireto. A viabilidade dos embriões foi determinada pela taxa de prenhez aos 30 dias através de ultra-sonografia em tempo real. A taxa de prenhez em receptoras inovuladas com embriões a fresco foi de 50%, sendo similar as taxas encontradas para embriões congelados (38,6%) e vitrificados (55,8%). No entanto, embriões vitrificados e inovulados pela técnica direta (57,1%) resultaram em maior taxa de gestação que os embriões congelados (34,8%) (P=0,07). Adicionalmente, embriões vitrificados mostraram maior viabilidade em estadio de mórula em relação aos embriões congelados no mesmo estadio (64,0% versus 38,9%) (P=0,07). Conclui-se que a vitrificação de embriões ovinos produzidos in vivo é uma biotécnica eficaz...