Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Souza, Raphael Bastão de [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/87680
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Resumo: |
Milípedes, popularmente conhecidos no Brasil como piolho-de-cobra, emboá ou gongolô, apresentam distribuição cosmopolita e constituem uma das classes de Myriapoda. Podem se tornar importantes pragas agrícolas e causar prejuízos caso haja uma diminuição na quantidade de alimento habitual. Infestações e surtos populacionais de milípedes têm ocorrido em várias partes do mundo, sendo responsáveis por danos em plantações e transtornos em áreas urbanas. A espécie Urostreptus atrobrunneus vem apresentando surtos populacionais nos últimos anos no estado de São Paulo, com potencial de se tornar uma praga agrícola e urbana. O controle da mesma torna-se difícil diante da falta de informação sobre o grupo e do escasso número de estudos referentes à biologia e morfologia dos mesmos. Neste aspecto, o presente trabalho pretende contribuir com informações sobre a morfologia, ultra-estrutura e distribuição dos túbulos de Malpighi do diplópodo U. atrobrunneus, colaborando com subsídios para o entendimento de sua biologia e, assim, contribuir para a elaboração de ações eficazes para seu controle quando em expansão populacional. Os estudos referentes a este órgão dentro do grupo são escassos e antigos, os quais se focam, sobretudo, na fisiologia e função. Para tanto, espécimens adultos foram dissecados em solução fisiológica e os túbulos de Malpighi retirados e fixados de acordo com a técnica a ser utilizada. Segundo os resultados aqui encontrados, a espécie possui um longo par de túbulo de Malpighi, conforme o padrão observado no grupo. Sua inserção ocorre no piloro, de onde parte e percorre praticamente todo o corpo do animal, desde a região do íleo (intestino posterior) até a região anterior, onde encontra-se intimamente associado ao intestino anterior a às glândulas salivares. Ao longo de sua extensão é possível encontrar diferentes tipos de células |