Cicatrização de feridas cutâneas: uso da membrana de látex natural isolada e associada à fibrina rica em plaquetas em ratos Wistar.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Gallo, Gabriela [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/194483
Resumo: Devido à alta incidência de feridas e lesões de pele, a busca científica tem se focado no desenvolvimento de coberturas e substitutos epidérmicos alternativos às técnicas de enxertia que possuam a mesma função de evitar a exposição de feridas às variações externas. O látex natural derivado da Hevea brasiliensis estimula o processo de cicatrização, assim como a fibrina rica em plaquetas (PRF). A associação desses dois compostos tem como finalidade oferecer um suporte estrutural e estímulo à migração epitelial, associado à proteção e menor desidratação do leito cicatricial. No presente estudo, investigamos a resposta de reparo cicatricial em feridas agudas de espessura total em ratos Wistar, submetidos a três diferentes tratamentos: membrana de látex associada à PRF (ML+PRF), apenas a membrana de látex (ML) e controle com solução de cloreto de sódio a 0,9% estéril em. A avaliação macroscópica foi realizada por mensuração, posteriormente a amostra tecidual foi coletada e submetida à coloração com Hematoxilina & Eosina e Picrosirius Red para análise histológica. Para análise estatística, as variáveis quantitativas foram determinadas por ANOVA (pós-teste de Tukey) e as variáveis semiquantitativas determinadas pelo teste de Friedman (pós-teste de Dunn), sendo considerados significantes quando p<0,05. Como resultados houve diminuição significativa no diâmetro da ferida e melhor reepitelização em relação aos controles , assim como houve estímulo à deposição de colágeno tipo I, que gera resistência tecidual. Não foram observadas complicações quanto ao uso dessa associação, portanto auxilia no reparo da pele em tratamento de feridas agudas de espessura total em ratos Wistar hígidos.