Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Andrade, Jaqueline Tadorov de [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/193409
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Resumo: |
A abordagem da Teoria Histórico-Cultural estabelece princípios para que ocorra uma educação promotora de desenvolvimento humano dentro das escolas. Planejar uma ação docente significa pensar sobre a criança, quais são seus direitos como ser social e humano, como ela adquire conhecimentos e quais as práticas pedagógicas que possibilitam isso. Quando falamos em garantir acesso à cultura, cabe-nos pensar também no contexto da escola inclusiva, na qual as crianças com certas diferenciações de aprendizagens ou público-alvo da Educação Especial possam ser consideradas de fato nessa garantia. Dessa forma, a atuação do professor na diversidade faz toda diferença, assumindo um papel de mediador de todas as propostas de aprendizagem. Diante dessas questões, a presente pesquisa teve como objetivo, analisar o pensar do professor de Educação Infantil frente ao processo de inclusão, os métodos e estratégias que permeiam sua prática docente, sua formação para essa atuação, bem como se há a existência de postura reflexiva sobre a formação humana e os direitos das crianças, direitos esses que precisam ser respeitados e garantidos, para que haja o pleno desenvolvimento das qualidades humanas. Como procedimento metodológico foi realizada revisão da literatura produzida na área, bem como pesquisa de campo por meio de entrevista semiestruturada, com professoras de três escolas da rede municipal de Marília, São Paulo, sendo duas professoras de cada uma. A entrevista abrangeu aspectos sobre a formação das professoras para atuarem no contexto inclusivo, suas estratégias metodológicas, intencionalidades nas propostas de conteúdos, concepções que trazem sobre a infância, bem como a importância atribuída por elas à Educação Infantil para o desenvolvimento de um sujeito ativo. As narrativas das professoras permitiram reflexões e revelaram que a escola inclusiva de Educação Infantil precisa ser repensada em seus processos educacionais, e que tanto escola quanto professor encontram-se despreparados para atenderem a diversidade do público que passa por ela. |