Eficácia, movimento superficial e atividade sistêmica dos fungicidas triazóis, triazolintiona, estrobilurinas e carboxamidas isolados no controle da ferrugem da soja

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Gotardi, Guilherme Augusto [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/217629
Resumo: A soja é a principal cultura plantada no Brasil, sendo o país o maior produtor mundial da cultura e responsável por cerca de 40% da produção mundial. Diversos fatores abióticos e bióticos podem afetar sua produção, sendo a ferrugem asiática da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a principal doença da cultura no Brasil. A falta de controle da doença pode levar a perdas de até 90% da produção e seu controle exige a adoção de diversas ferramentas. Entre elas está o controle químico, feito utilizando-se principalmente moléculas fungicidas dos grupos dos inibidores de quinona externa – estrobilurinas, inibidores da desmetilação – triazóis e triazolintiona, inibidores de succinato-desidrogenase – carboxamidas. Além da eficácia de cada molécula, o seu movimento na planta após a aplicação é de extrema importância para um bom controle da doença. Deste modo, o objetivo deste trabalho foi analisar a eficácia, o movimento superficial e a sistemicidade das moléculas fungicidas tebuconazol, difenoconazol, ciproconazol, protioconazol, picoxistrobina, azoxistrobina, trifloxistrobina, piraclostrobina, benzovindiflupir, bixafen e fluxapiroxade aplicadas de forma isolada. Para estas avaliações, considerou-se o controle da doença após a aplicação dos fungicidas e inoculação do patógeno. Quando comparada à testemunha, as moléculas protioconazol, azoxistrobina, piraclostrobina e benzovindiflupir apresentaram as melhores porcentagens de controle da doença no ensaio de eficácia. Já em relação à movimentação superficial, as moléculas protioconazol, picoxistrobina, azoxistrobina e fluxapiroxade apresentaram as menores porcentagens de severidade da doença. No ensaio de translocação, as moléculas protioconazol, tebuconazol, ciproconazol e picoxistrobina apresentaram movimentação acropetal reduzindo a severidade da doença e controlando o patógeno.