Técnica do tratamento restaurador atraumático convencional e modificado em molares decíduos: avaliação clínica de 12 meses

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Silva, Janaína Zavitoski [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/95485
Resumo: O presente trabalho avaliou clinicamente a performance de restaurações Classe I realizadas em molares decíduos pelas técnicas restauradoras atraumáticas convencional (TRA) e modificada (TRA Mod). Foram realizadas 46 restaurações pela técnica do TRA, empregando-se como material restaurador o cimento de ionômero de vidro Ketac Molar Easy Mix (3M, ESPE, Seefelf, Germany) e 57 restaurações pela técnica do TRA Modificado, utilizando-se o ionômero de vidro modificado por resina Fuji II LC (GC Corporation, Tokyo, Japan). As restaurações foram avaliadas após 24 horas, 3, 6 e 12 meses de acordo com a ocorrência de sensibilidade pós-operatória, desempenho clínico e ocorrência de lesões cariosas. Os dados foram analisados transversal e longitudinalmente com a aplicação dos testes de Mann-Whitney e Friedman, respectivamente. A análise transversal mostrou não haver diferença estatisticamente significante entre as técnicas restauradoras em todos os itens avaliados. Da mesma forma, a análise longitudinal revelou semelhança entre os períodos de avaliação para a sensibilidade pós-operatória e ocorrência de lesões cariosas em ambas as técnicas. Todavia, observou-se diferença estatisticamente significante no desempenho clínico das restaurações nos períodos de 3 e 12 meses, assim como aos 6 e 12 meses para técnica do TRA. Nas restaurações realizadas pela técnica do TRA Mod, observou-se diferença entre os períodos de 3 e 12 meses. Concluiu-se que a sensibilidade pós-operatória foi pouco freqüente e semelhante para ambas as técnicas restauradoras e tende a ocorrer nos períodos iniciais pósrestauração. As técnicas restauradoras apresentaram desempenho clínico semelhante em todos os períodos avaliados, destacando-se que as restaurações realizadas pela técnica do TRA mostraram queda em seu desempenho clínico após 6 meses de acompanhamento e para a técnica do TRA Mod aos 12 meses.