Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Damatto, Ricardo Luiz [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/92160
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Resumo: |
A insuficiência cardíaca (IC) caracteriza-se por redução da tolerância aos exercícios com a ocorrência precoce de fadiga e dispnéia. Além de disfunção cardíaca e pulmonar, anormalidades intrínsicas da musculatura esquelética têm sido responsabilizadas pela intolerância aos esforços físicos. Em músculos periféricos e respiratórios, frequentemente são observadas atrofia e modificação nas isoformas das cadeias pesadas de miosina (MyHC) na IC. Os mecanismos e vias intracelulares de sinalização responsáveis por essas alterações ainda não estão completamente definidos. Em modelos experimentais de IC induzida por estenose aórtica ou infarto do miocárdio, verificamos que alterações na expressão dos fatores de regulação miogênica e da via miostatina/folistatina podem modular o trofismo muscular e a composição das MyHCs. Um dos modelos experimentais muito utilizados para o estudo da IC é o rato espontaneamente hipertenso (SHR). Estes animais apresentam, precocemente, hipertensão arterial e hipertrofia ventricular esquerda e, em idade avançada, desenvolvem IC. Não identificamos estudos que avaliaram o comprometimento da musculatura esquelética de SHR com IC. O objetivo deste estudo foi caracterizar as alterações da musculatura esquelética de SHR com IC por meio de avaliação da morfologia, das isoformas das cadeias pesadas de miosina e da expressão gênica e protéica dos fatores de regulação miogênica e da via miostatina/folistatina. A partir de 18 meses de idade, ratos espontaneamente hipertensos foram avaliados duas vezes por semana à procura de evidências clínicas de IC como taquipnéia, perda de peso e apatia. Após a detecção de IC, os animais foram submetidos a ecocardiograma transtorácico para a confirmação de disfunção ventricular e eutanasiados. No momento da eutanásia, foram... |