Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Dalcin, Jarbas Bressa |
Orientador(a): |
Kosteski, Luis Eduardo |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pampa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://dspace.unipampa.edu.br:8080/jspui/handle/riu/787
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Resumo: |
O presente estudo tem como objetivo avaliar o potencial uso da Sílica de Casca de Arroz (SCA), obtida de queima controlada, como material de substituição parcial em massa ao Cimento Portland (CP) na produção de concretos autoadensáveis (CAA). A SCA empregada neste trabalho foi produzida em condições controladas em um sistema de combustão com leito fluidizado, tendo como resultado uma sílica altamente amorfa e de boa qualidade. Foram avaliados os resultados do comportamento reológico do CAA no estado fresco e a resistência mecânica no estado endurecido de um concreto de referência, sem o uso de SCA, e de cinco concretos produzidos a partir de substituições parciais de 5%, 10%, 15%, 20% e 25% de SCA em relação à quantidade de massa do cimento. Em todos os traços foram utilizado 15% de cinza volante (CV) adicionada à massa do material aglomerante, a fim de auxiliar na diminuição do atrito entre as partículas dos agregados com o cimento. O traço do concreto de referência foi obtido utilizando o procedimento de caráter experimental proposto pelo Método de Gomes. Este traço foi analisado também pelo Método do Empacotamento Compressível, sendo assim, definidos os outros traços com substituições. As amostras foram caracterizadas no estado fresco de acordo com a norma brasileira ABNT NBR 15823/2010, através de: ensaios de espalhamento no cone de Abrans e Anel “J”, de fluidez no funil “V” e habilidade passante na caixa “L” e caixa “U”. Os resultados mostram que os concretos produzidos com SCA possuem boa capacidade de fluidez. No estado endurecido foram verificadas as resistências mecânicas de compressão axial e tração por compressão diametral dos CAAs nas idades de 7, 28, 56 e 91 dias. Os resultados dos ensaios indicam que é possível substituir CP por SCA sem que haja prejuízo às características mecânicas dos CAAs e ainda obter ganhos técnicos e econômicos. O melhor concreto, levando em conta todos os aspectos estudados, foi com 15% de substituição de CP por SCA. |