Percepções de crianças da primeira infância sobre as relações educativas na sua escola. é possível melhorá-la a partir de suas opiniões?

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Radeck, Neusa Aparecida
Orientador(a): Both, Ivo José
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: https://repositorio.uninter.com/handle/1/460
Resumo: Pensar a organização da escola da primeira infância pressupõe, também, ouvir o que as crianças têm a dizer sobre ela. Numa perspectiva de participação infantil, conhecer as percepções sobre as relações educativas de meninos e meninas de 4 a 6 anos de duas instituições, uma pública e uma privada, toma forma de objetivo nesta dissertação. Dessa forma, por meio de fotografias, desenhos, projetor de imagens, gravador de áudio, diário de campo, as narrativas foram documentadas. As informações foram organizadas e as percepções sobre as relações educativas delineadas, ao perguntar para as crianças o que elas mais gostavam na sua escola e o que elas achavam que não estava legal, indagando-lhes por sugestões para melhoria. Num processo de reflexão que teve os direitos de aprendizagem e desenvolvimento da Base Nacional Comum Curricular como norte buscou-se respaldo legal para entender se as opiniões das crianças são capazes de contribuir com a melhoria de sua escola, conforme pergunta que faz parte do título desta dissertação: “Percepções de crianças da primeira infância sobre as relações educativas na sua escola: é possível melhorá-la a partir de suas opiniões?”. Para chegar a apontar uma possível resposta, o texto aborda conceitos importantes como o de criança, infância, participação infantil, parceria entre adultos e crianças, pesquisa com crianças, entre outros, principalmente sob a ótica da sociologia da infância. Tais conceitos, além de constituírem o norte teórico permeiam as discussões, análises e relações com a prática descritas neste estudo. Ao final, apresenta-se como produto desta dissertação a sugestão de um curso de extensão a distância tendo como público alvo gestores, professores e profissionais interessados em avaliar e (re) organizar as escolas para a primeira infância em parceria com as crianças. Participar desse movimento onde estão engajados autores como Barbosa, Fochi, Carvalho e Sarmento pode ser um caminho em potencial para contribuir com escolas com mais sentido para a infância.