Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Cassol, Claudionei Vicente |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://bibliodigital.unijui.edu.br:8080/xmlui/handle/123456789/6065
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Resumo: |
Pensar a produção teórica baumaniana como operação de pensamento desenvolvendo- se no interior de uma alternativa paradigmática, a ambivalência, e deste território encontrar um caminho para pensar a educação e a solidariedade é objetivo principal desta tese. A ado- ção da metodologia hermenêutica e da pesquisa bibliográfica com características monográfi- cas elege obras referenciais das três fases do pensamento baumaniano, centrais no pensar a Ambivalência, a educação e a solidariedade no horizonte da pluralidade ―com‖ e ―a partir de‖ Zygmunt Bauman. Um conjunto de problematizações, em três momentos, compõe o texto que desenvolve uma investigação acerca da possibilidade de vislumbrar vínculos entre a educação e a solidariedade, no pensamento baumaniano e a partir dele. O primeiro movimento ocupa-se em debater as fontes das quais Bauman se apropria para desenvolver seu percurso teórico. O segundo momento pensa uma estrutura paradigmática da ambivalência. O terceiro momento, considerando apresentada a existência de um paradigma da ambivalência, presença no mundo simbólico/imaginário e no mundo real/concreto, desenvolve-se no enfrentamento da possibili- dade de pensar a educação e a solidariedade como residuais de alguma solidez no mundo líquido/volátil. Parece que os elementos da condição humana como a comunidade plural e o diálogo autêntico instituem as possibilidades de educação e de solidriedade na comunidade pendular entre segurança e liberdade, identidade e comunidade. A ambivalência presente no mundo humano, nas dimensões do real/concreto/existência e da lingua- gem/simbólico/imaginário, interpela os indivíduos a movimentos hermenêuticos pluralizado- res de onde advém o aprendizado da efetividade do dialógico e da constituição de movimen- tos de solidariedade embalados pelo pêndulo da relação paradoxal entre segurança e liberda- de, indivíduo e comunidade, sólido e líquido |