Distribuicão do estresse gerado por forças axiais ou oblíquas sobre implantes transmaxilar horizontal e cone morse acoplados a diferentes modelos protéticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Lowry Neto, Guilherme Walter lattes
Orientador(a): Storrer, Carmen Lucia Mueller lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Positivo
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Odontologia Clínica
Departamento: Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/2103
Resumo: O objetivo foi avaliar a distribuição de estresse gerado por forças axiais ou oblíquas sobre implantes transmaxilar horizontal (HTM) e cone morse (MTa) acoplados a modelos protéticos através da análise fotoelástica. Foram confeccionados 28 corpos de prova (14 do grupo HTM e 14 do grupo MTa) com 3 modelos protéticos: barra metálica simples, barra metálica revestida com dentes em resina acrílica e barra metálica com projeções oclusais. As cargas axiais ou oblíquas de 200 e 400N foram aplicadas em cantiléver e ao centro da barra. A distribuição de estresse foi calculada pela área da magenta utilizados os programas Photoshop e ImageJ. Foram aplicados 2 testes estatísticos (ANOVA e Tukey) (! = 0,05). Na primeira análise, foram considerados as variáveis: tipo do implante, direção e posição de carga. Para segunda análise: posição de carga, tipo de implante e prótese. Comparado os grupos de implantes, o grupo MTa teve maior distribuição de estresse sob 200N em axial cantiléver, oblíquo cantiléver e oblíquo centralizado (p < 0,05) e para 400N em oblíquo cantiléver e oblíquo centralizado (p < 0,05). Quando comparada a direção das cargas (axiais e oblíqua) a distribuição de estresse foi maior quando aplicadas cargas axiais (p < 0,05). No grupo HTM (400N) a direção das cargas axiais teve maior distribuição de estresse (p < 0,05). No grupo MTa (400N) a distribuição foi maior quando aplicada a carga axial-cantiléver que a oblíqua-centralizada (p < 0,05). Não houve diferença estatística em relação à posição da carga nos dois grupos analisados e modelos protéticos (p > 0,05). O grupo HTM teve uma distribuição de estresse menor que o MTa. O seu uso pode ser justificado pela necessidade de uma menor altura óssea vertical.