A relação espaço e biodiversidade segundo a visão das comunidades negras dos EUA em "Amada" de Toni Morrison
Ano de defesa: | 2024 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado da Bahia
Pós Graduação em Critica Cultural |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://saberaberto.uneb.br/handle/20.500.11896/5436 |
Resumo: | O objetivo desta pesquisa é identificar as representações ambientais incutidas num discurso de política racial no romance <Amada= da americana Toni Morrison sob o olhar ecocrítico. A partir de uma percepção sobre o espaço, demonstrando a relação dos espaços ocupados pelos personagens negros com a biodiversidade, na transmissão de sentimentos de topofilia, topofobia, topocídio, com destruição do próprio ser humano. A metodologia empregada é de caráter teórico, qualitativo-descritivo. Na intenção de esquematizar a pesquisa literária por meio de análises explicativas, descritivas e exploratórias, adentra-se o campo da Ecocrítica, Crítica Cultural e Geografia Humanista como base de sustentação do estudo. Explora-se a presença da natureza na produção literária dos principais escritores da literatura norte- americana, em busca da legitimação da Ecocrítica como campo epistemológico para uma prática Crítica Cultural. Também se discute a Geografia Humanista do ponto de vista espacial e a relação dos negros americanos com a biodiversidade na produção de Toni Morrison. Por fim, averígua-se a relação dos personagens com os espaços opressivos e a tentativa de fuga desses espaços para encontrar os lugares de resistências raciais no romance em questão. Constatou-se ao final da pesquisa que as análises dos espaços que foram feitas no romance "Amada" transmitem a revitalização de um passado à procura de dar voz a uma nova realidade histórica, o que poderá ser compreendido como a constituição de um espaço para uma "alteridade" que desafia e resiste ao discurso dominante. |