Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Leal, Vinicius |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.unb.br/handle/10482/51863
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Resumo: |
O fluxo de desenvolvimento de suspensões automotivas e consequentemente da dinâmica lateral, tradicionalmente passa pelo ciclo em V, iniciando por uma fase de projeto com simulações numéricas seguido por prototipação e industrialização para produção em escala. Tradicionalmente as montadoras transformam sensações de direção em números, gerando os objetivos para a definição do projeto de suspensão e consequente definição do desempenho dinâmico do veículo. A definição das geometrias das suspensões é baseada, portanto, em simulações numéricas, normalmente utilizando ferramentas de múltiplos corpos, com objetivos baseados em medições e experiencia prévia. Após definição da geometria e do elastocinematismo das suspensões a serem utilizadas em um novo projeto, entra-se na fase de maior dispêndio financeiro que são as etapas prototipação e em sequencia industrialização. Devido ao tempo de desenvolvimento para se lançar o novo veículo, não se tem tempo hábil para análises subjetivas e otimização do comportamento dinâmico em protótipos. O desafio é ainda maior para se otimizar os componentes que constituem a geometria da suspensão, devido a dificuldade de prototipação de variáveis para análises. Segue-se, portanto, um padrão de desenvolvimento onde, se traduz sensações subjetivas em números e as decisões são tomadas a partir de análises objetivas utilizando modelos numéricos. Não se tem, por fim, avaliações sensoriais para definição do comportamento dinâmico do veículo na fase de projeto e caso seja necessário algum ajuste na geometria das suspensões nas etapas de industrialização tem-se consequente desperdício de tempo e dinheiro. Este trabalho propõe um fluxo em degraus para o desenvolvimento de geometria do sistema de suspensão automotivos utilizando análise sensorial, anterior à construção de protótipos físicos, empregando um simulador dinâmico automotivo como ferramenta. Realizar, portanto, a otimização do cinematismo de suspensão e direção utilizando as sensações dos ocupantes como variável principal. Para a criação e validação do fluxo, propõe-se a construção e correlação dos modelos numéricos a serem aplicados no simulador, assim como análises de sensibilidade subjetivas à variações de geometria de suspensão. |