Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2000 |
Autor(a) principal: |
Cordeiro, Izabel Cristina |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11378
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Resumo: |
A produção brasileira de feijão, apesar dos avanços alcançados, sofre perdas consideráveis até chegar ao consumidor. Estas perdas, qualitativas e, ou, quantitativas, ocorrem na matéria seca, na qualidade, no valor nutricional, etc. Neste sentido, o objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do feijão, variedade “Carioca 1030”, colhido com diferentes teores de umidade (20,6; 18,7; e 11,7% b.u.) e seco em diferentes temperaturas do ar de secagem (30°, 40°, 50° e 60 °C) em um secador de camada delgada. Após a limpeza e secagem dos grãos colhidos com teor de umidade de 20,6 e 18,7% e limpeza dos grãos colhidos com 11,7%, os grãos foram expurgados com fosfeto de alumínio e, em seguida, acondicionados em recipientes metálicos e mantidos em laboratório durante 90 dias. Imediatamente após a colheita e a secagem, e em intervalos de 30 dias, foram retiradas amostras para se avaliar a qualidade dos grãos. A avaliação da qualidade foi realizada pela classificação do feijão, pela condutividade elétrica, pela coloração, pela susceptibilidade à quebra e pelo grau de endurecimento dos grãos. Concluiu-se que os grãos colhidos com teor de umidade de 18,7% apresentaram a melhor classificação por tipo e que os grãos colhidos com 20,6 e 18,7% apresentaram qualidade fisiológica superior à dos grãos colhidos secos. O aumento das temperaturas do ar de secagem não teve efeito sobre a classificação por tipo e nem sobre a coloração; no entanto, reduziu a qualidade fisiológica dos grãos e aumentou a susceptibilidade à quebra. Em relação ao armazenamento dos grãos, concluiu- se que a classificação por tipo manteve-se a mesma; no entanto, a qualidade fisiológica foi reduzida, os grãos tenderam ao escurecimento e ao endurecimento, sendo este último fenômeno mais evidente nos grãos colhidos secos. |