Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Ortiz Bedoya, Sirley Adriana |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/6719
|
Resumo: |
O carcinoma de células escamosas (CCE) é uma neoplasia epitelial maligna que acomete cães e diversas outras espécies, incluindo a humana. O CCE afeta vários sítios anatômicos e pode desenvolver metástase. Este trabalho teve como objetivo proporcionar informações sobre fatores de risco, manifestação clínica, diagnóstico, tratamento e prognóstico, assim como a caracterização das fibras colágenas tipo I e III no estroma de CCE cutâneo em cães. Este estudo utilizou 44 amostras de pele incluídas em parafina, provenientes de dois serviços de diagnóstico em patologia veterinária, com prévio diagnóstico de CCE cutâneo. As amostras foram avaliadas histologicamente utilizando coloração de hematoxilina e eosina para classificação segundo o grau de diferenciação tumoral e, por Picrosirius Red sob luz polarizada para quantificação da expressão de colágenos tipos I e III. O colágeno tipo III mostrou maior expressão nos CCE cutâneos bem diferenciados, porém, isto só foi evidente quando as amostras foram classificadas em apenas dois graus de diferenciação: bem diferenciadas ou pouco diferenciadas. Considerando a distribuição dos tipos de colágeno segundo a região do corpo, o colágeno tipo I não apresentou diferença estatística entre cabeça, tronco e membros. Entretanto, para o colágeno do tipo III, a análise revelou que a quantidade expressa no tronco é significativamente maior que no membro. O papel do colágeno do tipo III nas neoplasias não está bem esclarecido e outros fatores além do grau de diferenciação celular podem estar envolvidos em sua expressão e determinar sua importância na biologia tumoral. |