Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Andrade Chapal, Johana Carolina |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/10409
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Resumo: |
Neste trabalho estudou-se o desenvolvimento de vesículas lipossomais utilizando o método de hidratação de filme lipídico para a nanoencapsulação do eugenol. Lipossomas elaborados a partir de diferentes concentrações de lecitina de soja, esfingomielina e colesterol foram avaliados em função do diâmetro hidrodinâmico, potencial zeta e eficiência de encapsulação, para a determinação do tratamento de maior estabilidade cinética e poder de encapsulação. O sistema escolhido (com e sem eugenol) foi avaliado durante 2 meses na temperatura de 4 ºC, para monitorar alterações vesiculares no tamanho e a carga superficial, estudou-se também a liberação in vitro e a capacidade antioxidante do eugenol livre e encapsulado. O sistema lipossomal desenvolvido atingiu 80,9 ± 2,5 % de eficiência de encapsulação, estruturou-se por vesículas com 98,6 nm de diâmetro hidrodinâmico e potencial zeta de -49,5 mV, mantendo sua estabilidade durante o período total de avaliação. O estudo de liberação in vitro do eugenol, demostrou que este processo ajustou-se ao modelo matemático de Higuchi que descreve a liberação como um processo controlado pela difusão. Finalmente, o estudo revelou que o sistema lipossomal desestabilizou-se nas soluções de DPPH e ABTS utilizadas para a avaliação da capacidade antioxidante. |