Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2003 |
Autor(a) principal: |
Moura, Maria da Cruz Chaves Lima |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/10265
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Resumo: |
A caracterização e a avaliação dos acessos de abóbora conservados nos Bancos de Germoplasma devem ser prioritárias na estratégia de manejo dos recursos genéticos, pois proporcionam melhor conhecimento do germoplasma disponível, essencial para seu uso em etapas subseqüentes. Dentro deste contexto, o estudo teve como objetivos: (a) Avaliar parte da coleção dos acessos de abóbora pertencentes ao Banco de Germoplasma de Hortaliças da Universidade Federal de Viçosa (MG) e do Banco Ativo de Germoplasma de Cucurbitáceas da Embrapa Semi-Árido (PE) para identificar fontes de resistência ao Zucchini yellow mosaic virus; (b) Obter estimativas da divergência genética entre acessos e híbridos comerciais de abóbora, para promover o seu agrupamento, e (c) Caracterizar os ambientes de coleta de uma amostra de acessos de abóbora do BGH da UFV e do BAG de Cucurbitáceas para o Nordeste brasileiro aplicando descritores ecogeográficos. Cem acessos de abóbora foram inoculados, com o vírus ZYMV, na fase cotiledonar. As plantas que persistiram sem sintomas, após um período de 30 dias após a primeira inoculação, foram testadas para a presença do ZYMV por ELISA indireto. Para obtenção da estimativa da divergência genética entre 16 acessos de abóbora foram utilizados 17 descritores morfoagronômicos e um nutricional (teor de caroteno total). As plantas foram cultivadas em condições de campo na Universidade Federal de Viçosa (MG), utilizando-se o delineamento experimental em blocos ao acaso com três repetições. O desempenho dos acessos foi avaliado pela análise univariada e a divergência estimada mediante a análise multivariada, utilizando-se a distância generalizada de Mahalanobis (D 2 ) e o método Tocher como técnica de agrupamento. Para o levantamento exploratório da distribuição espacial de abóbora, fez-se a análise ecogeográfica com os mapas ambientais no Sistema de Informação Geográfica (SIG), cujos descritores ecogeográficos utilizados foram os mapas do Brasil, prontos para processamento em ambiente de SIG. Dentre os acessos avaliados, três mostraram-se imunes ao ZYMV (BGH-1943, BGH-1934 e BGH-1937) quando inoculados no mês de janeiro. Em relação ao estudo da divergência genética entre os acessos de abóbora houve considerável variabilidade em relação aos descritores qualitativos e quantitativos avaliados; por meio da análise univariada e multivariada, foi constatada a existência de variabilidade genética entre os acessos estudados. Todos os descritores avaliados contribuíram para a determinação da divergência genética entre os acessos, em maior ou menor proporção. Houve formação de um banco de dados digitalizados da coleção de germoplasma de abóbora pertencentes ao BGH-UFV e de 148 acessos do BAG-Embrapa Semi-Árido, como também a caracterização ecogeográfica dos acessos, permitindo assim, a intensificação do uso de recursos genéticos. |