Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Evangelo, Larissa Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/6571
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Resumo: |
Esta pesquisa trata da avaliação da adequação de edifícios escolares à acessibilidade e mobilidade, para o atendimento das necessidades específicas das pessoas com deficiência. Muitas escolas consideradas adaptadas ainda não cumprem as exigências legais quanto à eliminação de barreiras que restringem o acesso total e independente a seus espaços de forma segura, pelos usuários. Também, a simples implementação das exigências legais não garante a inclusão dos alunos devido à especificidade de cada um. O objetivo da pesquisa é avaliar a Acessibilidade e Mobilidade Arquitetônica em escolas públicas de Ensino Fundamental de Viçosa-MG. Adotou-se a abordagem multi-métodos da Avaliação Pós-Ocupação, que incluíram Análise Documental e Revisão de Literatura, Análise Walkthrough, Observação in loco, Questionários e Entrevistas. Focou-se na APO Funcional, dividida em Avaliação do Pesquisador e a aferição da percepção dos usuários das escolas por meio da Avaliação Comportamental. Resultados mostraram que havia poucos alunos com deficiência e mobilidade reduzida nas escolas e que nenhuma delas é acessível, sendo analisadas apenas as escolas que possuíam crianças com deficiência física. Verificou-se que nenhumas das escolas escolhidas eram adaptadas e foram mapeadas as barreiras enfrentadas pelas crianças para acesso e uso dos refeitórios, salas de aula e bebedouros. Diretores, professores e funcionários avaliaram negativamente os acessos e as dimensões dos espaços e citaram a falta de capacitação profissional como o fator predominante para não implementação da Inclusão Escolar. Os alunos avaliaram bem a qualidade ambiental das escolas, sendo a maior parte das sugestões dos alunos relacionadas à quadra e ao parquinho. Foram elaboradas propostas de adaptações para serem executadas ao longo do tempo nas escolas e também recomendações básicas para a construção de novas escolas. Concluiu-se que há poucos avanços em termos de acessibilidade e mobilidade arquitetônica nas escolas analisadas de Viçosa. Projetar de forma acessível ainda é um grande xivdesafio para os projetistas. Portanto, a realização desse estudo contribuiu para o avanço do tema acessibilidade e mobilidade, para elaboração de uma metodologia para avaliação de edifícios escolares que servirá como base para a reforma das escolas avaliadas e fornecerá subsídios para futuros projetos nessa área. |