Caracterização molecular de cultivares e progênies de maracujazeiro azedo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Araújo, Wellingson Assunção
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Viçosa
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/21503
Resumo: O maracujazeiro azedo (Passiflora edulis Sims.) pertence à família Passifloraceae e ao gênero Passiflora, sendo a América tropical seu centro de origem. O Brasil destaca-se no cenário mundial como maior produtor, propiciando o interesse de cultivo da espécie, porém se faz necessário o desenvolvimento de cultivares que possuam desempenho superior às já existentes. O programa de melhoramento de maracujazeiro da Universidade Federal de Viçosa desenvolve continuamente genótipos superiores por meio de cruzamentos entre indivíduos contrastantes como premissa de obter cultivares comerciais que atendam aos interesses do mercado. Nesse estudo, objetivou-se caracterizar molecularmente as cultivares comerciais de maracujazeiro azedo utilizadas no Brasil e progênies elite advindas do programa de melhoramento da Universidade Federal de Viçosa - UFV, além de obter informações sobre indivíduos contrastantes e verificar a possível ocorrência de variabilidade genética entre e dentro das cultivares/progênies avaliadas. Foram utilizadas 14 cultivares comerciais advindas de nove programas de melhoramento e 14 progênies elite do programa de melhoramento da UFV. Para cada cultivar/progênie coletou-se dados de sete plantas. Foram testados 12 primers microssatélites, dos quais 10 amplificaram e apresentaram polimorfismo. Foram identificados 26 alelos, com media de 2,6 alelo/loco. As analises de diversidade mostraram que a heterozigosidade observada é menor que a esperada e que o conjunto das cultivares/progênies possui coeficiente de endogamia positivo. Observou-se a formação de três grupos a partir da construção do dendrograma, onde foi possível discriminar quase todos os indivíduos das cultivares/progênies.