Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2001 |
Autor(a) principal: |
Nascimento, Alessandra Reis |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.locus.ufv.br/handle/123456789/11218
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Resumo: |
Este trabalho baseia-se nas avaliações, feitas por BARTH (1989) e TOY e GRIFFITH (2001), sobre a recuperação ambiental de áreas mineradas no Brasil. Segundo esses autores, o planejamento a longo prazo é pouco vislum- brado por parte das empresas em seus programas de recuperação. Assim, este trabalho teve por objetivo explicar que esse fato pode estar ocorrendo devido a uma questão institucional - a regulação ambiental brasileira é muito abrangente, pouco sistematizada e dispersa entre os vários órgãos ambientais. Para isso, foram elaborados três capítulos. No primeiro, discute-se o que é planejamento, relatando sua importância na recuperação ambiental. O segundo avalia três situações distintas de exploração mineral sob a ótica dos direitos de propriedade, com o objetivo de mostrar como a presença do proprietário influencia o processo da recuperação ambiental. O terceiro tem por objetivo explicar, por meio de modelagem sistêmica, como as estruturas dos pilares institucionais (SCOTT, 1995), especialmente o regulativo, podem estar influen- ciando a forma com que as empresas adotam posturas ambientais, afetando, assim, a ocorrência do planejamento a longo prazo. Como metodologia, foram abordados: o pensamento sistêmico, o modelo de HOFFMAN (1997) para a evolução do ambientalismo empresarial e as posturas empresariais em relação ao meio ambiente, identificadas por SANCHES (1997). O resultado, na forma de um diagrama, mostra que a opção de se adotar ou não um planejamento a longo prazo na recuperação ambiental depende tanto de uma interação sistê- mica entre as ações organizacionais e as institucionais quanto da forma com que as empresas se posicionam perante as questões ambientais. |