O autocuidado como vontade de viver: estratégias contra a Covid-19
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Palmas |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Gestão de Políticas Públicas - Gespol
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/3568 |
Resumo: | O autocuidado tem sido amplamente estudado em pesquisas de diferentes áreas da saúde, por ser o cuidado o conceito central para o desenvolvimento de ações que promovam a saúde, bem como, àquelas voltadas para prevenção e/ou complicações de doenças. A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2) no cenário brasileiro instaurou muitas incertezas e medos na população. Entretanto, outra adversária da saúde pública que surgiu sobre a temática foi à divulgação de fake news que dificultaram o enfrentamento da nova doença. Destaca-se que a transmissão do vírus acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo. Neste sentido, o objetivo da presente pesquisa foi investigar como o autocuidado está sendo tratado durante a pandemia da Covid-19. Como metodologia para a realização deste estudo, foi feito uma revisão integrativa de literatura, que possibilitou a identificação, síntese e a realização de uma análise ampla na literatura acerca de uma temática específica, quantitativa e documental. Foi aplicado um questionário semiestruturado via aplicativo do WhatsApp aos servidores da prefeitura de Palmas, da área da saúde, lotados na Unidade Básica de Saúde (UBS) da quadra 108 Sul e do Comitê Operativo de Emergência (COE) do município de Palmas – Tocantins. Dos 28 respondentes do questionário, aplicado aos funcionários da Unidade Básica de Saúde (UBS) da quadra 108 Sul e do Comitê Operativo de Emergência (COE) do município de Palmas, 93% correspondiam ao gênero feminino e 7% ao masculino, com faixa etária entre 25 a 60 anos. Dos entrevistados, 100% responderam que consideravam que manter uma rotina de autocuidado seria importante para a manutenção da saúde física e mental. Esses foram confrontados também sobre o uso de rede social para se comunicar, se essas influenciaram no autocuidado e quais mais utilizavam. Quanto as Fake News, indagou-se aos respondentes se consideravam que as mesmas prejudicaram no processo de autocuidado durante a pandemia, 86% responderam que sim, 14% que não. Perguntas sobre a utilização no dia a dia quanto as recomendações da OMS para prevenção da doença, uso e frequência de máscaras de proteção também foram direcionadas aos profissionais. Ademais, houve perguntas relacionadas à saúde mental dos profissionais, sobre ações para evitar sentimentos como a ansiedade, medo e a angústia, bem como possíveis maneiras que usaram para lidar com a ansiedade durante a pandemia. Como resultado final dessa pesquisa, foi confeccionado um folder como tecnologia educativa, trazendo informações a respeito das medidas de prevenção da Covid-19, bem como estratégias recomendadas para a manutenção do autocuidado em período de pandemia, tendo como finalidade distribuir e orientar os usuários da atenção básica. Dessa forma, conclui-se que é imprescindível que a população continue seguindo as medidas preventivas como distanciamento social, lavagem frequente das mãos com sabão / desinfetante à base de álcool, uso de máscara em público, atenção aos sintomas e prática de higiene respiratória. Essas são medidas eficazes de autocuidado e de cuidar do próximo diante de uma pandemia |