Análise comparativa de diferentes métodos laboratoriais na caracterização física de solos utilizados em obras de engenharia civil
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Instituto Superior de Engenharia do Porto
Porto |
Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado em Engenharia Geotécnica e Geoambiente
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Portugal
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/1555 |
Resumo: | Os solos são amplamente utilizados tanto no suporte às fundações, quanto como material de escavação ou de construção, o que torna fundamental o estudo de suas propriedades e do seu desempenho. A caracterização de um terreno é realizada utilizando-se técnicas de prospeção geotécnica e recorrendo-se aos ensaios in situ e/ou aos ensaios de laboratório, dependendo da finalidade prevista para o uso do solo. Estas atividades devem ser executadas de acordo com normas técnicas que definem a metodologia a ser empregada em cada um desses procedimentos. Recentemente, novas normas europeias de caracterização dos solos estão sendo implementadas, com o objetivo de desenvolver metodologias comparáveis nos diferentes países da União Europeia. Este trabalho apresenta um estudo das principais alterações na nova normalização para os ensaios de determinação da massa volúmica das partículas e determinação da distribuição granulométrica dos solos. Neste estudo, para avaliar o impacto das novas metodologias de ensaio na rotina dos laboratórios e nos resultados obtidos, foram realizados cerca de 230 ensaios laboratoriais e utilizados dois tipos de solos, um solo residual granítico e um solo argiloso de natureza caulinítica. A partir destes ensaios foi possível verificar que na maioria das situações as modificações introduzidas pelas novas metodologias de ensaio não introduzem alterações significativas nos resultados obtidos; há, no entanto, determinados aspetos insuficientemente padronizados na nova normalização que não garantem a uniformidade das práticas de ensaio, nem a precisão fundamental nestes tipos de determinações, pelo que deverão ser trabalhados e contemplados em futuras revisões das normas. |