Atividade antifúngica de extratos das folhas de Solanum lycocarpum St. Hr Still sobre fungos fitopatogênicos
Ano de defesa: | 2016 |
---|---|
Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Gurupi |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia - PPGB
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
BR
|
Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/380 |
Resumo: | O uso de extratos de plantas no controle de fungos fitopatogênicos tem aumentado significativamente, principalmente pelo fato dos defensivos serem onerosos ao produtor e pelos danos ocasionados ao meio ambiente. A lobeira (Solanum lycocarpum St. Hill.) é amplamante usada no controle de doenças causadas ao homem evidenciando assim o seu potencial fungicítico perante a outros fungos de interesse agrícola. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a ação fungitóxica do extrato metanólico e hidrometanólico de folhas de lobeira controle dos fungos Didymella bryoniae e Curvularia spp. . Foram utilizados solventes em concentracções difrentes, formas de aplicação distribuída e difundida destes solventes em meio de cultura e doses de aplicação 0, 10, 20, 30, 40 e 50 μL adicionados ao meio de cultura e via foliar em plântulas. Foram realizadas avaliações diária para o crescimento micelial dos fungos e mortalidade das plântulas de melancia. Em plântulas de milho doce foram realizadas avaliaçoes a cada 48 horas após a inoculação do fungo. Ambos os experimentos forma instalados em delineamento inteiramente casualizados, sendo que para o teste in vitro em esquema fatorial 2 x 5 x 2 (concentração do extrato, doses, forma de aplicação) e para o teste in vivo em esquema fatorial 2 x 5 (concentação do extrato e doses). Os dados foram submetidos a anáise de variância e regressão.Para o teste in vitro, observou-se que para D. bryoniae o extrato bruto a dose de 50μL foi o que melhor inibiu o crescimento micelial do fungos. Para a Curvularia spp. a dose foi indeferente ao crescimento micelial porém, o extrato difundido ao meio de cultura reduziu o seu desenvolvimento. Para o teste in vivo, a maior eficiencia no controle das doencas para o extrato bruto foi 30μL e o extrato aquoso 50μL para a Curvularia spp. e para a Didymella bryoniae o extrato bruto a 10 μL e o extrato aquoso a 20 μL. |