Fake news e o Ensino de História na Escola Dr. Antonio Jorge Dino, em São Luís - MA, entre os anos de 2018 e 2021
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Araguaína |
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ensino de História - ProfHistória
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: | |
Área do conhecimento CNPq: | |
Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/4373 |
Resumo: | Esta pesquisa problematiza as fake news e consciência histórica no ambiente escolar, no contexto da Escola Estadual Dr. Antônio Jorge Dino, localizada no bairro Jardim São Cristóvão, em São Luís - MA. Foi aplicado formulário via google classroom (2021), nos turnos matutino e vespertino, perfazendo um total de 91, correspondente ao número de matriculados. Do total, 16 responderam ao questionário-pesquisa, subsídio para este estudo. Com isso, busca-se a participação dos estudantes do 3º ano do Ensino Médio nas discussões sobre notícias falsas, comumente designada com fake news, observando quais as implicações envolvidas na produção e circulação dessas notícias e o impacto no modo de ver e de ser visto no grupo e na comunidade onde estão inseridos. Além do formulário e da análise de literatura, lançaremos mão dos conceitos de consciência histórica e ensino de História para compreendermos como a História, como disciplina escolar, e o conceito de consciência histórica, desenvolvido a partir de Rüsen (2008), podem ajudar os nossos estudantes e professores no trabalho sobre as fakes news em sala de aula. Para o desenvolvimento do trabalho, utilizaremos como tema algumas notícias falsas divulgadas na rede social Facebook entre os anos de 2018 e 2021, que fazem referência à vacinação. Como elemento de articulação passado/presente, discutiremos, de forma breve, o surgimento e a utilização das vacinas entre os séculos XIX e XX, apresentando algumas considerações de modo a problematizar o movimento da Revolta da Vacina e o movimento antivacina verificado a partir da pandemia de Covid-19, entre 2019 e 2021, no nosso presente e cotidiano. Com isso, visou-se tratar de temática inclusa nas diretrizes curriculares do estado do Maranhão para o ensino de História, conforme o caderno de orientações curriculares (2017). O produto final é uma sequência didática. |