As territorialidades da prostituição às margens da rodovia BR-153 em Araguaína-TO
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Tocantins
Porto Nacional |
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Geografia - PPGG
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
BR
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/11612/410 |
Resumo: | Este trabalho procura compreender as territorialidades da prostituição às margens da rodovia BR-153 no perímetro urbano de Araguaína-TO, identificando e analisando, no espaço em questão, os fatores que propiciam a instalação desses territórios. Analisa o perfil socioeconômico dos sujeitos sociais envolvidos e a existência da atividade de lenocínio (cafetinagem) no espaço em apreço. Com a construção da BR-153, muitos estabelecimentos têm sido instalados às suas margens, dando origem, inclusive, a partir dessas instalações, a muitos aglomerados urbanos. No perímetro urbano de Araguaína-TO, além dos estabelecimentos comerciais convencionais, tem surgindo outro tipo de comércio: a prostituição. Mulheres e travestis constroem e (des)constroem territórios de prostituição em uma disputa acirrada pelos clientes provenientes do intenso fluxo de pessoas que trafegam pela rodovia. Essa construção e (des)construção provocam uma alternância no uso dos espaços, que durante o dia são ocupados por funcionários e clientes dos estabelecimentos instalados às margens da rodovia, e à noite dão lugar a mulheres e travestis envolvidos na prostituição, e seus clientes. Em virtude desse fenômeno, há uma nítida mudança na paisagem, o que revela um processo de contradição socioespacial. A pesquisa baseou-se em uma revisão bibliográfica, a partir de livros e artigos científicos, e na pesquisa de campo. |