Produção de vídeo e ensino de Matemática: contribuições para a Educação no período de 2007-2021
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Instituto de Educação, Letras, Artes, Ciências Humanas e Sociais - IELACHS::Curso de Graduação em Letras Brasil UFTM Programa de Pós-Graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1488 |
Resumo: | A presente dissertação integra a linha de pesquisa “Fundamentos e Práticas Educacionais” do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM), a Rede de Pesquisa sobre a Profissão Docente (REPPOD) e o projeto “Ensino Superior e Escola Básica em rede colaborativa: a Formação de Professores em pauta”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). A questão orientadora desta pesquisa é “Como os vídeos produzidos pelos docentes têm (ou não) contribuído para a formação de professores de Matemática?” e tem por objetivo analisar como a produção de vídeos, desenvolvidos por professores, contribui (ou não) para o ensino de Matemática. O referencial teórico utilizado foi Borba, Scucuglia e Gadanis (2021), Borba, Souto e Junior (2022) e Feenberg (2013) nas questões relacionadas à tecnologia; Gatti (2010; 2021), Lopes (2010), Vaillant e Marcelo (2012) e Kenski (2008) para tratar das questões relativas à formação de professores e as tecnologias digitais; Moran (1995) e Dubois (2004) para discussões sobre vídeo; Santos (2015), Gomes (2008), Oeschler (2018), Borba, Souto e Junior (2022) e Moran (1995) para dialogar com o potencial dos vídeos para a educação matemática. A abordagem da pesquisa é qualitativa e os dados foram produzidos a partir de pesquisa documental, conforme proposto por Gil (1994), analisados por meio da Análise de Conteúdo, a partir de Bardin (2016) e Franco (2005), e o “corpus” da pesquisa foi composto por teses e dissertações produzidas no período de 2007 a 2021 em consonância com a temática da pesquisa. A categorização dos dados se deu em função do proposto por Moran (1995) e resultou em três categorias: produção de vídeo como documentação, produção de vídeo como intervenção e produção de vídeo como expressão. Como resultados ficou evidenciado que ter vivências a partir da produção de vídeos na/para a formação de professores de Matemática durante a graduação pode inserir essa mídia no leque de possibilidades do futuro docente, ao buscar uma metodologia para suas aulas. Além disso, a partir dos resultados, a pesquisa também mostrou que há mais de 13 mil instituições de ensino superior que oferecem o curso de Licenciatura em Matemática e apenas cerca de 0,061% estão desenvolvendo a temática da produção de vídeos na formação de professores. |