Associação entre o nível de atividade física, velocidade de onda de pulso e variabilidade da frequência cardíaca em diabéticos tipo 1
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Triângulo Mineiro
Instituto de Ciências da Saúde - ICS::Curso de Graduação em Educação Física Brasil UFTM Programa de Pós-Graduação em Educação Física |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://bdtd.uftm.edu.br/handle/123456789/1453 |
Resumo: | A rigidez arterial pode ser um caminho importante que liga o diabetes melitus tipo 1 (DM1) a alterações da modulação autonômica cardíaca independente do tempo de diagnóstico da doença. Em contrapartida, o nível de atividade pode induzir alterações nos marcadores desses sistemas, representados pela velocidade de onda pulso (VOP) e variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Com isso, nosso objetivo foi avaliar a associação entre o nível de atividade física, VOP e VFC em indivíduos com DM1. Nossa amostra conteve quarenta pacientes de ambos os sexos com diagnóstico de DM1, com idade entre 20 e 40 anos participaram voluntariamente desse estudo onde foram alocados em 2 grupos: diabéticos com DM1 fisicamente ativos (DM1FA) e diabéticos com DM1 fisicamente inativos (DM1FI). Foram avaliados o nível de atividade física, parâmetros hemodinâmicos basais, perfil metabólico, VOP e VFC. O grupo DM1FA apresentou menores concentrações de glicose pós prandial, hemoglobina glicada e creatinina. Observou-se menores valores de frequência cardíaca, duplo produto e resistência vascular e maior débito cardíaco de repouso no grupo DM1FA. Os DM1FA apresentaram menor atividade simpática e maior modulação parassimpática cardíaca, a VOP também se apresentou atenuada no grupo DM1FA. Evidenciou- se uma correlação entre o aumento da VOP e a diminuição da VFC. Logo, concluímos que nossos dados nos permitem afirmar que a medida em que a VOP aumenta, a modulação parassimpática cardíaca diminui em diabéticos tipo 1. Por outro lado, pacientes DM1 fisicamente ativos possuem menor rigidez arterial aliada a maior VFC comparados à DM1 fisicamente inativos. |