A atuação do tradutor e intérprete de língua de sinais no ensino superior na modalidade de educação a distância: um mapeamento dos limites e possibilidades

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: HIRATA, Tirza Cosmos dos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: UNOPAR
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/190833
Resumo: Este estudo objetivou investigar os limites e as possibilidades da atuação do tradutor e intérprete de língua de sinais no ensino superior na modalidade de educação a distância, refletindo sobre o trabalho desse profissional como agente ativo na acessibilidade do surdo. A fundamentação teórica contempla as leis nacionais de acessibilidade, de educação inclusiva e de ensino a distância, além disso traz à tona os pressupostos de Morin (2001), Maia e Mattar (2007) e Litto e Formiga (2009) referentes ao ensino a distância. Sobre as ponderações sobre os estudos peculiares da surdez, tem-se os autores Perlin (2002, 2005, 2006), Strobel (2008a, 2008b) e Quadros (2004; 2007; et al., 2016). A pesquisa é de natureza qualitativa, descritiva, de levantamento e de método fenomenológico. Os dados foram coletados por meio de entrevistas (gravadas e transcritas) com questionário semiestruturados, tendo como participantes os profissionais tradutores intérpretes de língua de sinais na cidade de Londrina-Pr, que atuam no ensino superior, na modalidade de educação a distância. Após a análise dos dados, constatou-se que, para garantir a acessibilidade do aluno surdo no ensino superior na modalidade EAD, é necessário: investir na formação formal do profissional tradutor e intérprete de língua de sinais; promover a interação entre intérpretes e docentes no planejamento e na execução do trabalho pedagógico; definir áreas de atuação para que os intérpretes possam aprofundar-se em termos específicos de cada área acadêmica em que realizarão a interpretação, bem como, propiciar ambientes bilíngues nos canais comunicativos disponíveis aos aluno surdo. No intuito de atrelar teoria e prática, concluiu-se o trabalho com sugestões de orientações quanto às referidas constatações, entre outras, oportunizar ao tradutor intérprete de língua de sinais o acesso prévio ao material da aula para estudo e preparação da atividade interpretativa.