Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2008 |
Autor(a) principal: |
Vila Nova, Ana Claúdia da Silva |
Orientador(a): |
Borba, Helcio Resende
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Microbiologia Veterinária
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Departamento: |
Instituto de Veterinária
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/14302
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Resumo: |
Muitas áreas estão envolvidas na pesquisa de novas substâncias oriundas de plantas. As novas tendências globais de uma preocupação com a biodiversidade e as idéias de desenvolvimento sustentável trouxeram novos ares aos estudos das plantas medicinais brasileiras. Novas linhas de pesquisa foram estabelecidas em universidades brasileiras, algumas delas buscando bases sólidas para a validação do uso de plantas medicinais, justificando, assim, a realização deste trabalho, utilizando extratos aquosos de plantas de ocorrência local, como a Cinnamomum spp., Mentha piperita e Passiflora foetida, na inibição do crescimento de algumas espécies toxígenas do gênero Aspergillus, previamente pesquisadas na literatura e apontadas como antifúngicas e favorecendo a utilização de plantas em substituição de produtos químicos. Utilizando o método da concentração mínima inibitória em agar, com a técnica de diluição em placa (Pour-Plate), sendo realizadas diluições dos diferentes extratos, partindo de uma solução de 5% e obtendo-se as diluições de 2,5% e 1,25%. As baterias testes foram incubadas a 36o C. Foi realizado, também, teste de sensibilidade ao antifúngico comercial Cetoconazol. Observou-se que o extrato aquoso de Cinnamomum spp. mostrou-se capaz de inibir o crescimento micelial de A. flavus e A. carbonarius nas concentrações de 2,5% e 5%, nas leituras de 48 horas. Os demais extratos aquosos, utilizados neste trabalho, não apresentaram efeito inibitório do crescimento micelial dos fungos testados. |