Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Nascimento, Ellany Gurgel Cosme do |
Orientador(a): |
Alchieri, João Carlos |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS DA SAÚDE
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22680
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Resumo: |
A importância dos fatores de risco para a prevenção de morbidade e mortalidade prematura é amplamente reconhecido. Apesar do conhecimento de hábitos que podem gerar um modo de vida mais saudável nem sempre são postos em prática. Deste modo o estudo teve como objetivo caracterizar comportamentos dirigidos à promoção de hábitos saudáveis de vida pela população acima de 18 anos, no interior do nordeste do Brasil e os específicos identificar a relação entre percepção de saúde auto referida e os hábitos de saúde na população rural do semiárido do nordeste brasileiro; averiguar o comportamento humano seguro e a adesão ao uso do cinto de segurança e de capacete na população acima de 18 anos, no interior do nordeste do Brasil e investigar os elementos socioeconômico, demográfico e cultural que interfere na adesão à camisinha em município de pequeno porte do nordeste brasileiro. Estudo transversal, formato de inquérito domiciliar de natureza descritiva, com a população da zona urbana e rural do município de Caraúbas no Rio Grande do Norte, para tanto se utilizou 3.482 questionários, sendo um por domicílio, aplicados pelos agentes comunitários de saúde. Entre os achados destaca-se que a presença de doença crônica, identificação de problema de saúde nos últimos 30 dias, faixa etária acima de 60 anos, insatisfação com o corpo e consumo habitual do alcool como os fatores com relação direta com percepção de saúde autoreferida. Quanto ao comportamento no trânsito nas cidades de pequeno porte encontrou-se uma baixa adesão ao uso dos equipamentos de segurança no trânsito, a população não percebe o ato do uso contínuo como comportamento saúdavel. Com relação à adesão ao uso da camisinha masculina nas relações sexuais, encontrou-se um baixo índice de adesão, entre as justificativas está conhecer o parceiro sexual e apresentar preferência por outro método contraceptivo. Conclui-se que a população concebe saude e mantem-se com comportamentos de risco, especialmente com o avançar da idade. Acreditasse que os comportamentos em saúde não divergem nas pessoas com perfil socioeconômico e demográfico semelhantes nas cidades de pequeno porte do RN. |