Estudo da variabilidade da deriva vertical do plasma ionosférico sobre a região de Natal/RN, Fortaleza/CE e Cachoeira Paulista/SP para alguns casos de tempestades magnéticas de abril a setembro de 2000

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Serafim, Cleiton Cruz
Orientador(a): Borba, Gilvan Luiz
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Programa de Pós-Graduação: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS CLIMÁTICAS
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20633
Resumo: Neste trabalho, estão sendo apresentados os resultados da investigação sobre a variação da deriva vertical do plasma da camada F que comumente ocorre nos períodos próximos ao pôr-do-sol (entre 21UT – 22UT), e que consiste em uma subida no período do dia e uma descida no período noturno da camada F sobre os municípios de Natal/RN (33.7º O, 5.6º S), Fortaleza/CE (38.45º O, 3.9º S) e Cachoeira Paulista/SP (45.0ºO, 22.7º S). Para isso, utilizou-se dados (ionogramas) de altura virtual ( h' ) em função da frequência para a camada F da ionosfera. Esses dados foram coletados por meio da ionossonda tipo CADI (Canadian Advanced Digital Ionosonde) para as cidades de Natal e Fortaleza, e pela digissonda DPS para a cidade de Cachoeira Paulista. Foram considerados apenas os dados disponíveis de 2000, ano de solar máximo. Com os dados de altura virtual ( h' ) reduzidos nas frequências de 5 e 6MHz, o passo seguinte foi o cálculo do Vz. Os resultados mostraram que a variabilidade da velocidade de deriva vertical da camada F da ionosfera em períodos de tempestades magnéticas está relacionada tanto à penetração de campos elétricos quanto aos campos elétricos do dínamo perturbado.