Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Ernesto, Ana Paula Cordeiro |
Orientador(a): |
Guimarães, Patricia Borba Vilar |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/57520
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Resumo: |
No Brasil, especialmente no tocante à previsão constitucional do direito à saúde, têm sido observadas dificuldades e entraves na prestação da assistência farmacêutica à população, principalmente para as pessoas que pertencem a grupos mais vulneráveis. Nesse sentido, a Administração Pública, sobretudo na parte de gestão de políticas públicas em saúde, necessita de reformulações e inovações que propiciem uma gestão mais eficiente, bem como efetiva na garantia de direitos da população. As políticas públicas de incorporação e fornecimento de medicamentos excepcionais são relevantes para o Brasil. Em razão disto, o presente trabalho objetiva por meio da exposição de dados sociais, econômicos e de dados da judicialização da saúde, em especial de medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS), avaliar conflitos entre os Poderes no tocante às políticas públicas de saúde e ao adequado fornecimento de medicamentos de alto custo pelo SUS frente ao direito à saúde e aos recursos financeiros disponíveis pelo Estado; bem como avaliar a desburocratização da incorporação e fornecimento de medicamentos de caráter excepcional no SUS. Neste aspecto, a partir da leitura de materiais bibliográficos e da coleta de dados por meio do uso de ferramentas informacionais e da filtragem mediante palavras-chave, o presente estudo revisa algumas das previsões constitucionais como também legislativas sobre a temática do direito à saúde e das políticas públicas de assistência farmacêutica do componente especializado. Além disso, expõe sistematicamente dados sociais, econômicos e da judicialização da saúde, relacionandoos às “dificuldades” em torno da tutela constitucional da saúde, da atividade interpretativa das normas pela gestão pública e pelo Judiciário, além das estratégias já utilizadas, assim como da sugestão de estratégias para o desenvolvimento sustentável do país e das liberdades tanto individuais quanto coletivas. |