Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Matos, Emmanuelle Maria Vasconcelos |
Orientador(a): |
Araújo, Virgínia Maria Dantas de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo
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Departamento: |
Centro de Tecnologia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/handle/123456789/49579
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Resumo: |
As cidades são sistemas abertos a fluxos de energia e a contínuas mudanças, fazendo com que seus problemas ambientais sejam uma prioridade para diferentes áreas científicas. Visando contribuir com o entendimento destes sistemas, o objetivo desta dissertação é verificar a relação existente entre a emissividade de superfícies encontradas em quantidade significativa no meio urbano e os índices de conforto térmico. Foi selecionado o índice de conforto térmico PET – Temperatura Fisiológica Equivalente (ºC), que descreve as condições térmicas do ambiente externo, sendo obtido a partir da equação de balanço térmico do corpo humano em condições de estabilidade. Os dados climáticos de referência foram obtidos em medições de campo durante os meses de julho de 2010 e fevereiro de 2011, por 07 dias para cada período climático caracterísitico de verão (seco) e de inverno (chuvoso) respectivamente. Foram utilizados dados radiométricos da estação agrometeorológica do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE/ Laboratório de Variáveis Ambientais e Tropicais – LAVAT, (para quantificar a radiação global) e da Estação Meteorológica móvel DAVIS onde foi adaptado um medidor de radiação solar (Solar Power Meter- MES100). Ao realizar o balanço energético foi percebida interação entre essas variáveis para cada superfície, diferente do que foi levantado como hipótese na fase inicial desta dissertação. Este fato pode ser justificado pela interação com outros fatores ambientais como direção e velocidade do ar. Portanto é fundamental para os estudos ambientais compreender a emissividade das superfícies não como um elemento isolado, mas como um fator que interage diretamente com os demais componentes urbanos, sejam eles fatores climáticos, físicos, ou humanos, sendo capaz de interferir e determinar alterações nesse esspaço e microclima. |