Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Sampaio, Priscila Gonçalves Vasconcelos |
Orientador(a): |
González, Mário Orestes Aguirre |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Rio Grande do Norte
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/20294
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Resumo: |
A energia solar apresenta-se como uma excelente alternativa para a geração de energia limpa e renovável. Esta dissertação tem como objetivo identificar as tendências tecnológicas das células fotovoltaicas para energia solar. A pesquisa caracteriza-se, em relação à natureza, como sendo aplicada; em relação à abordagem, é quali-quantitativa; no que tange aos objetivos, é exploratória e descritiva; concernente ao procedimento metodológico é considerada uma pesquisa bibliográfica com um estudo de caso caso no setor de energia solar fotovoltaica. O desenvolvimento desta pesquisa iniciou-se com uma revisão bibliográfica sobre energia solar fotovoltaica e prospecção tecnológica. Em seguida, conduziu-se o mapeamento tecnológico das células fotovoltaicas para energia solar por meio da análise de artigos e de patentes. Posteriormente foi realizada a prospecção tecnológica das células fotovoltaicas para energia solar através do Método Delphi, bem como a construção do mapa atual e futuro das tecnologias das células fotovoltaicas, para os cenários atual, ano 2020 e ano 2025. Os resultados desta pesquisa apontam que as tecnologias consideradas maduras (silício mono e multicristalino) continuarão sendo viável técnica-comercialmente dentro do período prospectado (2020 - 2025). Outras tecnologias que atualmente são viáveis (silício amorfo, telureto de cádmio e seleneto de cobre índio/Cobre, índio e gálio-disseleneto), poderão não apresentar esta mesma condição em 2025. Já as células de nanofios de silício, sensibilizadas por corante e as baseadas em nanoestrutura de carbono, que nos dias atuais não são viável técnica-comercialmente, poderão fazer parte do mapa futuro das tecnologias fotovoltaicas para energia solar. |